Home » Notícias » Brasil » Rio de Janeiro » Região dos Lagos » Araruama » ANDRÉ MÔNICA TERÁ QUE RESSARCIR AOS COFRES PÚBLICOS R$ 14.500.000,00, SEGUNDO MPRJ.

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Segundo MPRJ, má gestão de recursos da educação feitas por André Mônica, entre 2009 e 2012, teria “gerado prejuízos ao acesso e à qualidade da educação no Município”.

Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro ajuizou nesta terça-feira (17) uma ação contra ex-prefeito de Araruama, na Região dos Lagos do Rio, André Luiz Mônica e Silva, por improbidade administrativa durante o período de 2009 e 2012. De acordo com a ação, a gestão dos recursos da educação foi irregular durante o período em que André esteve à frente da Prefeitura. Segundo o MPRJ, isso teria “gerado prejuízos ao acesso e à qualidade de educação no Município”.

Se condenado o ex-prefeito pode ter os direitos políticos suspensos pelo período de cinco a oito anos. A ação foi movida por meio do Grupo de Atuação Especializada em Educação (GAEDUC/MPRJ) e da Promotoria de Justiça de Família, Infância e Juventude de Araruama.

A ação ajuizada pelo Ministério Público aponta que André Mônica “apresentou dados equivocados, falsos ou incompletos na contabilidade pública”, como planilhas e balancetes, para ocultar o recurso da educação aplicado indevidamente. Com isso, o ex-prefeito deixou de adotar medidas de transparência necessária durante a toda a gestão.

O MPRJ pede que André tenha os bens bloqueados e ressarça o município em, no mínimo, R$ 14,5 milhões e a suspensão dos direitos políticos do ex-prefeito pelo período mínimo de cinco, podendo chegar a oito.. Segundo o Ministério Público, o déficit deixado pelo ex-prefeito, quando deixou o cargo, foi de R$ 5 milhões.

G1 entrou em contato com o ex-prefeito, que informou que está surpreso com a ação e que ficou sabendo pela equipe de reportagem. Segundo ele, em momento algum o Ministério Público o procurou para prestar esclarecimentos, mas que está tranquilo pois as contas da Prefeitura, entre os anos de 2009 e 2012, foram aprovadas pela Câmara Municipal e pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

André informou ainda que “não possui bens no valor do que foi citado pelo MP, que leva uma vida modesta e que vai prestar todos os esclarecimentos à Justiça.”

Fonte: O Globo e Jornal dos Municípios.

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