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Para chegar a um lugar podemos escolher diversos meios e trajetos. Não é necessário seguirmos um caminho somente por conhecermos, ou simplesmente optarmos pelo caminho que nos dará o prazer que nos convém. Ex.: para chegar ao centro da cidade posso ir a pé, se moro longe levarei muito tempo, mas se for essa a minha intenção, a de demorar? No entanto posso ir usando um transporte, e mesmo assim escolher um caminho tão longo e ficar dando voltas e levar mais tempo do que se eu fosse andando, mesmo morando no bairro ao lado do centro. Ou ficar esperando uma carona por tanto tempo, que se fosse a pé teria sido mais rápido. A vida é composta por “zilhões” de caminhos entrecruzados e interligados que tanto pode nos levar a algum lugar, como nos manter em movimento sem nos levar para longe, andar a esmo pode não ser ruim, mas será péssimo se não tiver sido intencional. Quando andamos sem direção certa, sem foco, sem saber para onde queremos ir, somos levados pela correnteza das situações que ocorrem a nossa volta. Dessa forma nos transformamos em barco sem leme, pode ser em um lago de águas calmas ou em outros tipos de lugares, as vezes nos colocamos (quando não temos rumo) igual caminhão descendo morro na Banguela, sem freio e com muito peso nas costas.

Se é para ir correndo risco para lugar incerto, então sejamos inteligentes e vamos curtir a paisagem, mas se essa for feia? Vamos curtir o que passar por nós durante o caminho. E se por acaso o desejo for optar por um caminho que leve a fortuna? Vai depender do que se vê como fortuna.

Nem sempre o acúmulo de riqueza é o mesmo que juntar dinheiro. Nem riqueza precisa ser o mesmo que fortuna. Tudo depende de como você, eu ele ou ela entendemos o mundo.

E o mundo é só seu! Sua família, seus amigos podem achar que conhecem seu mundo, mas pise no pé ou de um beliscão em alguém e tente sentir igual ou da mesma forma. Impossível! Cada pessoa sente as coisas de um jeito único e especial. Não somente na dor, mas também na alegria e na forma de dar valor as coisas.

Quando escolhemos um caminho é pensando assim que criamos nosso foco, nosso centro, nosso ponto de chegada. Vamos escolhendo e mudando de direção de acordo com o que vamos sentindo.

Hitler queria ser pintor e não seguir carreira política, mas disseram que ele não era bom pintor. Escolheu criar o partido Nazista. Escolha um caminho, crie seu foco e se lembre da regra dos Cincos “Fs”… 1° F – Foco. Para saber para onde ir e onde chegar. 2° F – Força. Para não desistir nas dificuldades que surgirem no caminho. 3° F – Fé. Ou em Deus, ou na religião, ou em você mesmo, mas tenha fé e certeza da sua vitoria, a força da sua vontade cresce de acordo com a fé que exista em seu coração. Lembrando: Fé é um sentimento ligado na capacidade de acreditar no impossível como se tudo fosse possível.

O quarto “F”… Bem… Não pense como se fosse uma palavra chula, mas sim como um desabafo sentimental, uma válvula de escape igual a da tampa da panela de pressão. 4° F – É… FO-DA-SE…

Sim, isso mesmo, gritar foda-se caso não consiga. E daí q não consegui? E daí que deu tudo errado: foda-se a vida é sua, o mundo é seu, a dor quem está a sentindo é você ninguém mais. E finalmente o quinto “F”. Se tudo deu errado, o melhor a fazer e dizer é…

FUI.

Dar as costas, seguir outro caminho de cabeça erguida e com a alma leve.

Fonte: O CAMINHO | Lucio Artur

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