Home » Notícias » Brasil » Rio de Janeiro » Região dos Lagos » Araruama » O RESSUSCITAMENTO DA PRAÇA ANTONIO RAPOSO | Henrique Nunes

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O poeta Castro Alves escreveu que : “A PRAÇA É DO POVO ASSIM COMO O CÉU É DO CONDOR”. Profetizou sem querer, que para estar seguro na praça, só mesmo de helicóptero, porque lá embaixo, em várias cidades brasileiras, ainda que a luz do dia, ficou difícil poder ter nelas a mesma liberdade da bela ave de origem andina.

Vale ressaltar que o poeta ao construir essa bela imagem de sobrevôo poético, não imaginava que um dia poderíamos ter em substituição ao condor o sobrevôo de um abutre com instintos malignos e antropofágicos a nossa querida e insubstituível Praça Antonio Raposo, semeando a putrefação dos valores, com suas constantes e ininterruptas cagadas.

Um estudo científico e epistemológico aponta essa ave (o abutre) como a ave mais mal cheirosa do reino animal, pois na falta de percepção ancestral ao uso do “papel higiênico”, não limpa o rabo nas águas plácidas da lagoa, deixando por onde passa um rastro insuportável do seu odor de auto-putrefação.

Resgatando o dito popular na sua vertiginosa sabedoria, podemos dizer : “Não há bem que sempre dure e mal que nunca se acabe”.

Então o povo combalido e esculachado foi as ruas aguardando o vôo rasante desse abutre maldito, para abatê-lo com os requintes de crueldade que requer um esquartejamento.

E assim se deu!!!

Hoje a praça é do povo como o céu é do Condor.

Que alívio… Ou será melhor dizer, AGORA SIM, QUE aLÍVIA!!

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