Home » Notícias » Brasil » Rio de Janeiro » Região dos Lagos » Arraial do Cabo » Prefeitura de Arraial do Cabo anuncia exoneração de envolvidos em operação da PF

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Três membros do governo de Arraial do Cabo, RJ, foram presos na quinta.Secretário de Ordem Pública, Marcelo Adriano, ainda é procurado.

A Prefeitura de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio, anunciou nesta sexta-feira (4) que vai exonerar os envolvidos na Operação Dominação II, realizada pela Polícia Federal na quinta-feira (3). Durante a ação, que culminou em 11 prisões, o subsecretário de Governo, Cláudio Sérgio de Mello Corrêa, o subsecretário de Serviços Públicos, Sérgio Evaristo, conhecido como Vivi, e o presidente da Empresa Cabista de Desenvolvimento Urbano e Turismo (Ecatur), Agnaldo Sívio Luiz, foram presos.

Segundo a PF, o secretário de Ordem Pública da cidade, Marcelo Adriano Santos de Oliveira, também está envolvido no caso e é ainda procurado com mandado de prisão. A Prefeitura informou que todos serão demitidos, mas não listou os nomes no comunicado.

Entenda a operação
A operação, de acordo com a polícia, teve o objetivo de desarticular uma organização criminosa que atua na região, lavando dinheiro proveniente do desvio de recursos públicos da Ecatur e da Prefeitura de Arraial do Cabo, e ainda do tráfico armas e drogas.

Ao todo, foram cumpridos 14 mandados de prisão, cinco de condução coercitiva e 20 de busca e apreensão nos municípios de Arraial do Cabo, Cabo Frio e na capital. Participaram da operação cerca de 110 agentes da PF, juntamente com servidores do Ministério Público e da Receita Federal.

Francisco Eduardo Silva Barbosa, conhecido como Chico da Ecatur, que foi preso em janeiro na Operação Dominação I, é ex-presidente da empresa pública e apontado como um dos líderes do esquema, mesmo de dentro da prisão.

Operação Dominação I
A operação desta quinta foi iniciada a partir de uma apreensão realizada na casa do pai de Cadu Playboy, na primeira fase, em janeiro, quando chegou-se a um esquema criminoso que envolve de empresários a agentes públicos da Região dos Lagos. As anotações apreendidas na casa de Chico da Ecatur levaram a polícia aos outros envolvidos, investigados na segunda fase.

Ainda segundo a PF, a organização contava com um operador diretamente responsável por fazer o projeto funcionar e era dividida em dois núcleos: dos lavadores de dinheiro e dos desviadores de recursos públicos. Os líderes do grupo Chico e o filho Cadu, comandavam tudo de dentro da prisão.

arraial

Fonte: G1 

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